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Entre todos os músculos do seu corpo, pode ter certeza de que o músculo cardíaco é o que trabalha mais vezes durante toda a vida. Em um adulto, o coração bate, em média, 100 mil vezes por dia, bombeando mais de 9 mil litros de sangue a cada 24h.

O sangue bombeado pelo coração passa pelas artérias transportando oxigênio, nutrientes e compostos químicos essenciais para o nosso corpo. Depois disso, o sangue passa para as veias, que trazem o sangue de volta ao coração. Nesse fluxo constante, produtos tóxicos, como o dióxido de carbono, são eliminados do organismo quando chegam nos pulmões.

Por isso, cuidar da saúde do coração é essencial para manter uma vida saudável e ter mais longevidade. Sedentarismo, tabagismo, estresse, colesterol e diabetes são fatores comuns no dia a dia, mas que podem gerar problemas cardíacos.

O programa FazBem traz conteúdos, dicas e informações para você cuidar desse órgão tão importante e trazer mais bem-estar para o seu dia a dia.

Referências:

[1] https://referenciaincor.com.br/coracao-pulmao-dupla-dinamica/


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o que é

As doenças cardiovasculares são mais comuns em pessoas sedentárias, com sobrepeso, fumantes ou com pré-disposição genética. O acúmulo de gordura no sangue pode acarretar problemas como infarto do miocárdio e AVC.

Hipertensão

Quando a pressão do sangue causada pela força da contração do coração e das paredes das artérias para impulsionar o sangue para todo o corpo é muito intensa a ponto de provocar danos na sua estrutura, damos o nome de hipertensão.

A pressão arterial pode ser medida em uma consulta médica ou até mesmo em farmácias. O valor considerado normal pode variar de pessoa para pessoa, mas uma pressão igual ou superior a 14/9 são considerados como hipertensão para todo mundo.

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

O AVC, também conhecido popularmente como derrame, é causado pela falta de sangue em uma área do cérebro por causa de uma obstrução de uma artéria ou algum sangramento devido ao rompimento de um vaso sanguíneo.

No primeiro caso ele é denominado de acidente vascular cerebral isquêmico e no segundo, como acidente vascular cerebral hemorrágico. Em ambos os casos, o AVC pode causar a perda de funções neurológicas.

Infarto

O infarto do miocárdio ou ataque cardíaco acontece quando um coágulo interrompe o fluxo sanguíneo de forma súbita e intensa, causando a falta de oxigenação e até a morte das células de uma região do músculo do coração. A parte do coração afetada depende da artéria que foi obstruída.

Em casos raros, o infarto pode acontecer por contração da artéria interrompendo o fluxo de sangue ou por desprendimento de um coágulo originado dentro do coração e que se aloja no interior dos vasos.

sintomas

Hipertensão

Tontura, falta de ar, palpitações, dor de cabeça frequente e alteração na visão podem ser sinais de alerta. Geralmente, a hipertensão é silenciosa e, por isso, a medição regular da pressão arterial é tão importante.

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Os sintomas do AVC podem ser isolados ou combinados e aparecem de forma súbita. Pode haver enfraquecimento, adormecimento ou paralisação do rosto, braço ou perna de um lado do corpo, alteração da visão (turva ou perda total), dificuldade na fala ou compreensão. Outros sinais também podem ser tontura sem causa definida, desequilíbrio, falta de coordenação no andar, queda súbita, dores de cabeça muito fortes e persistentes e dificuldade para engolir.

Infarto

Dor ou desconforto intenso e prolongado na região peitoral é o principal sintoma do infarto, podendo irradiar para as costas, rosto, braço esquerdo e, raramente, braço direito. Esse sinal pode ser acompanhado de sensação de peso ou aperto sobre o tórax, além de suor excessivo, palidez e alteração na frequência cardíaca.

Para diabéticos e idosos, o infarto pode ser assintomático, sem sinais específicos. Por isso, é importante estar atento a qualquer mal-estar súbito apresentado por essas pessoas.

quem está sujeito

As doenças cardiovasculares afetam, geralmente, mais homens do que mulheres, em idades acima dos 50 anos. Além do fator genético (histórico na família), alguns fatores específicos podem aumentar o risco de desenvolver essas patologias. Veja os principais:

  • Sedentarismo;
  • Obesidade;
  • Estresse;
  • Colesterol alto;
  • Tabagismo;
  • Diabetes;
  • Alta ingestão de bebidas alcoólicas.

diagnóstico

Hipertensão

O diagnóstico e as orientações de tratamento devem ser sempre feitos pelo médico, que fará a medição da pressão arterial e avaliação para identificar o grau da hipertensão e outros fatores associados que devem ser considerados para tratar as alterações de pressão.

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

O diagnóstico do AVC é feito por meio de exames de imagem, que permitem identificar a área do cérebro afetada e o tipo do derrame cerebral. O método de imagem mais comum para avaliar o AVC é a tomografia computadorizada de crânio, que demonstra os sinais iniciais de diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea.

Infarto

Além da avaliação clínica dos sintomas, são feitos exames de eletrocardiograma, ecocardiogama e cateterismo.

prevenção

Muitos fatores de risco podem contribuir para o aparecimento de doenças cardiovasculares. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como idade, constituição genética e sexo. Outros fatores, entretanto, dependem apenas dos seus hábitos e são essenciais para a prevenção:

  • Manter o peso ideal;
  • Beber muita água;
  • Praticar atividades físicas regularmente;
  • Manter alimentação saudável;
  • Não fumar ou consumir álcool;
  • Manter a pressão arterial sob controle;
  • Controlar colesterol e nível de glicose (açúcar no sangue).

tratamento

Hipertensão

A maioria dos casos de hipertensão não têm cura, mas são controláveis. A adoção de um estilo de vida mais saudável, mudando hábitos alimentares, redução do consumo de sal, atividade física regular, não fumar e consumir álcool com moderação é imprescindível. Além disso, o médico pode precisar receitar medicamentos.

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

O AVC é uma emergência médica e exige que o paciente seja encaminhado diretamente para o atendimento hospitalar. As mudanças de hábito citadas acima são essenciais na recuperação, assim como o controle do colesterol, da pressão arterial e níveis de açúcar no sangue.

As células cerebrais não se regeneram, mas há tratamentos terapêuticos que auxiliam na restauração das funções, movimentos e fala. É de extrema importância que o paciente siga o tratamento indicado pelo cardiologista e/ou neurologista.

Infarto

Existem duas formas de desobstruir a artéria entupida para tratar o infarto:

  • Angioplastia coronária: desobstrução mecânica por meio da inserção de um stent (um dispositivo semelhante a uma mola) para manter a artéria aberta e normalizar a circulação do sangue.
  • Fibrinolíticos: desobstrução com medicamentos que dissolvem o coágulo. Indicada apenas em casos específicos pois pode causar hemorragias.

Além disso, também podem ser associados outros medicamentos que têm objetivo de evitar a formação de novos coágulos, prevenir arritmias e controlar o colesterol.

continuidade & check-up

Quem já teve um infarto ou AVC tem 50% de chance de ter um novo evento em um ano. O acompanhamento médico regular é muito importante, até mesmo para conferir se as mudanças nos hábitos estão fazendo efeito ou se será preciso fazer outros ajustes.

Depois dos seis primeiros meses, em geral, o paciente já pode voltar a levar a vida normalmente e, mediante a liberação médica, pode voltar a praticar exercícios, o que pode ajudar a evitar uma possível depressão pós infarto.

Referências:

[1] http://socergs.org.br/site/


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O que é Insuficiência Cardíaca Congestiva

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Você concorda que sentir falta de ar após uma atividade física intensa é normal, principalmente se o corpo não estiver treinado para tanto? Nós também concordamos. Há exercícios que somente atletas dedicados conseguem realizar, não é?

No entanto, sentir falta de ar após exercícios médios ou leves, e até mesmo em repouso, não é normal, concorda? Ainda mais se outros sinais acompanham o quadro, como inchaço de pernas e pés ou da barriga, cansaço, descompasso do coração (as arritmias), enjoo etc.

Esses sintomas indicam que algo não vai bem! Uma possibilidade pode ser o que os médicos chamam de insuficiência cardíaca (coração fraco).

A insuficiência cardíaca ocorre quando o coração diminui sua capacidade de bombear o sangue adequadamente pelo corpo, seja porque não contrai ou não relaxa por completo.

Dessa maneira, o sangue se acumula, podendo ficar nos pulmões, no fígado, no abdômen e nos membros inferiores (1). As consequências de um sangue que não circula adequadamente podem ser sérias, uma vez que o sangue bombeado carrega oxigênio e nutrientes por todo o corpo e, em médio ou longo prazos, essa insuficiência pode causar falha dos rins e do fígado. Outra consequência podem ser as arritmias, que são alterações no batimento do coração, fazendo com que ele bata fora do ritmo, mais lenta ou mais rapidamente, o que pode levar o sangue ao surgimento de pequenos coágulos, que podem ser perigosos (2).

A insuficiência cardíaca é o resultado de várias outras condições que causam danos ao coração e seus fatores de risco são: pressão alta, hábito de fumar, sedentarismo, colesterol e triglicérides altos e diabetes, entre outros (3).

Em geral, o diagnóstico da doença combina o relato desses sintomas ao médico e exames adicionais, como ecocardiograma e dosagem de peptídeos natriuréticos tipo B (teste do sangue), uma substância, identificada por pesquisadores, que o coração produz em casos de insuficiência cardíaca (3, 4).

O tratamento geralmente inclui, além da adoção de um estilo de vida mais saudável, diminuindo ou parando por completo o consumo de cigarro e bebidas alcoólicas, o uso de diuréticos para reduzir a quantidade de líquido no corpo, recomendando-se também evitar o consumo de sal para amenizar os sintomas. Além disso, podem ser prescritos medicamentos para ajudar o coração a bater com mais força e relaxar os vasos para que o sangue possa circular mais facilmente e, assim, diminuir a carga sobre o coração e eliminar mais líquido e sais, mantendo contudo os níveis de potássio, que é fundamental para outras funções no corpo (2).

Caso você se identifique com os sintomas citados acima, recomendamos que consulte um médico. Ele pode ajudá-lo a identificar se de fato existe algum problema. Quanto mais cedo for identificada a insuficiência cardíaca congestiva, mais fácil é a prevenção de futuros prejuízos ao corpo. Não perca nosso próximo texto sobre insuficiência cardíaca!

Referências


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