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amar sem fronteiras

A respiração é a atividade essencial para manter o corpo equilibrado e funcionando bem. Na inspiração o oxigênio entra nos pulmões e na expiração o ar sai deles com dióxido de carbono.

Por ser um processo muito automático, é difícil prestarmos atenção, mas em um indivíduo normal, em repouso, de 12 a 20 vezes por minuto. É claro que isso pode variar de acordo com as atividades que estamos praticando, podendo diminuir ou aumentar.

As doenças respiratórias prejudicam esse funcionamento e, consequentemente, a qualidade de vida dos pacientes. O Programa FazBem preparou conteúdos especiais para cuidar da saúde da sua respiração e ajudar você a ter um dia a dia com mais bem-estar.

Referências:

[1] http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/17324


BR-7625 Expiration Date: 27/02/2022

o que é

A asma acontece quando os brônquios, que são os tubos que levam o ar para dentro dos pulmões, ficam inflamados, dificultando a passagem do ar pelas vias aéreas. Fatores externos desencadeantes e/ou irritantes, como a poeira, podem piorar a asma.

É uma condição muito comum em todo o mundo e, de acordo com dados da OMS, o Brasil ocupa a 8ª posição mundial em prevalência de asma, variando de 10 a 20%, dependendo da região e da faixa etária consideradas.

A asma varia muito de pessoa para pessoa e até num mesmo indivíduo. Há momentos em que pode ser muito leve e os sintomas chegam a desaparecer, em outros em que pode piorar muito, necessitando atendimentos de emergência e até mesmo internação.  As crises de asma também podem variar, umas sendo mais fortes do que as outras. Por isso o acompanhamento médico é essencial.

sintomas

Geralmente os sintomas de asma pioram à noite e nas primeiras horas da manhã ou em resposta à prática de exercícios físicos, exposição a alérgenos, poluição e mudanças climáticas. Fique atento aos sinais:

  • Falta de ar ou dificuldade para respirar;
  • Sensação de aperto no peito ou peito pesado;
  • Chio ou chiado no peito;
  • Tosse.

quem está sujeito

Características próprias do paciente podem ser fatores de risco para a asma, como:

  • Genética e histórico familiar;
  • Obesidade;
  • Idade e sexo (crianças do sexo masculino tem maior tendência de desenvolver a doença).


Também não podemos deixar de citar os fatores externos:

  • Exposição à poeira;
  • Infecções virais;
  • Alérgenos (ácaro, pólen, pelos de animais etc.);
  • Fumaça de cigarro;
  • Poluição;
  • Mudanças climáticas;
  • Exercícios físicos vigorosos;
  • Estresse emocional;
  • Alguns tipos de medicamentos.

Referências:

[1] http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/asma


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diagnóstico

Além da consulta clínica com o médico, o diagnóstico da asma é confirmado pelos exames físico e de função pulmonar (espirometria).

Na consulta, o médico pode fazer perguntas sobre episódios recorrentes de falta de ar e chiado no peito, se há episódios de tosse persistente principalmente a noite ou no início da manhã, se nota algum sintoma após exposição a mofo, poeira, animais etc., se alguém da família tem asma, alergia ou outros problemas respiratórios, entre outros assuntos.

Sempre que possível, é importante retornar ao médico, que solicitará a prova de função pulmonar para confirmar o diagnóstico e classificar a gravidade de cada caso. Em crianças de até os cinco anos, o diagnóstico é somente clínico, tendo em vista a dificuldade de realizar outros exames funcionais e complementares.

Referências:

[1] http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/asma


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prevenção

A asma não tem uma causa aparente, mas é possível prevenir que as crises aconteçam com algumas medidas simples no dia a dia:

  • Mantenha o ambiente limpo, evitando acúmulo de sujeira ou poeira;
  • Tomar sol, que estimula a produção de vitamina D. A deficiência dessa substância no corpo está relacionada a uma série de doenças do aparelho imunológico, como a asma;
  • Evitar cheiros fortes;
  • Tomar a vacina da gripe;
  • Não fumar;
  • Se agasalhar bem, principalmente na época de frio;
  • Praticar atividades físicas regularmente;
  • Ter uma alimentação saudável;
  • Beber bastante água;
  • Manter o peso ideal.
  • Referências:

    [1] http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/asma


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    tratamento

    O tratamento da asma tem como objetivo melhorar a qualidade de vida do paciente, controlando os sintomas e melhorando a função pulmonar. 

    É muito importante salientar que o tratamento para asma deve ser individualizado, já que a doença varia muito de pessoa para pessoa e até em um mesmo paciente. Muitas vezes, o mesmo tratamento pode ter a dose modificada de acordo com a necessidade apresentada naquele momento. 

    No geral, a asma é tratada com dois tipos de medicações:

    1. Manutenção (controle): trata a inflamação (causa da asma). Previne o aparecimento dos sintomas e evita as crises. Reduz a inflamação dos brônquios e evita a perda futura da capacidade respiratória. O uso desse tipo de medicação diminui muito ou até elimina a necessidade da medicação de alívio;
    2. Resgate (alívio): alivia os sintomas quando há uma piora da asma ou crise.

    Por ser uma doença inflamatória, utilizar apenas medicamentos para o alívio (resgate) não é suficiente. É essencial fazer o tratamento de manutenção em conjunto para tratar a inflamação e aliviar os sintomas.

    Além disso, o tratamento medicamentoso idealmente deve ser associado a medidas preventivas para evitar fatores que possam provocar a crise asmática.

    continuidade & check-up

    Ao longo da vida do paciente, a asma pode variar muito de acordo com o momento vivido. Isso quer dizer que o tratamento também deve ser adaptado. Por esse motivo, o acompanhamento médico regular é de extrema importância para a pessoa com asma.

    A maioria dos asmáticos pode ter uma vida normal, exatamente igual a de pessoas da mesma idade que não têm asma. Para isso, é preciso seguir algumas orientações:

    • Evitar o contato com gatilhos desencadeadores de crises como poeiras, fumaça de cigarro, pelo de animais, mofo, pólen etc;
    • Usar a medicação controladora de acordo com as orientações médicas;
    • Consultar periodicamente seu médico.

    Referências:

    [1] http://sbpt.org.br/portal/espaco-saude-respiratoria-asma/


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    Novas perspectivas no tratamento do paciente com câncer de pulmão

    quarta-feira, 05 de dezembro de 2018

    Os exames confirmaram a suspeita? Você está com câncer de pulmão? Claro que a notícia não é boa, mas não se desespere! A medicina tem avançado muito nos últimos anos. Entenda as opções de tratamento e as novas perspectivas que seu médico discutirá com você.

    Cirurgia

    É indicada para os tumores no estágio inicial que representam cerca de 30% dos casos (1). Ela tem o objetivo de tentar curar o câncer, mas para isso o cirurgião precisa conseguir retirar todo o tumor na cirurgia (por isso é indicada nos casos precoces/ iniciais).

    Vantagem: pode curar a doença

    Desvantagem: o procedimento é “delicado” e há risco de complicações da cirurgia, principalmente durante o 1º mês de pós operatório. HiperLink para texto específico sobre EAs/ qualidade de vida e cirurgia.

    Dica: procure um serviço/ cirurgião torácico especializado em câncer de pulmão

    Radioterapia

    A radioterapia é um tratamento que ajuda a controlar a doença no local onde é administrada. Ela utiliza radiação para matar ou impedir que as células do tumor cresçam. Seu médico pode ter dois principais motivos para propor essa modalidade terapêutica: prevenir que a doença volte no local (objetivo de curar o câncer) ou tentar controlar sintomas da doença em determinado local (objetivo de controlar o câncer naquele local). Normalmente o tratamento radioterápico duro algumas semanas (5 a 7 semanas quando o objetivo é curativo), as sessões costumam ser de 2ª f a 6ª feiras. As aplicações da radiação são rápidas (alguns minutos) e indolores.

    Vantagem: pode ajudar a curar a doença

    Desvantagem: necessidade de idas diárias ao serviço de saúde. Efeitos colaterais durante a fase de aplicações e após o término do tratamento podem ocorrer. HiperLink para texto específico sobre EAs/ qualidade de vida e radioterapia.

    Dica: siga as orientações do médico e da enfermeira da radioterapia.

    Quimioterapia

    A quimioterapia é o tratamento administrado por via intravenosa “na veia” com o objetivo de parar o crescimento das células do tumor e/ou eliminá-las. Semelhante à radioterapia, a quimioterapia tem também dois objetivos principais: prevenir que a doença volte (objetivo de curar o câncer) e tentar controlar/ parar o crescimento da doença em fase avançada (objetivo de controlar o câncer). O termo quimioterapia é um termo genérico, ou seja, vários medicamentos diferentes são chamados de quimioterápicos. Cada tipo de medicamento pode ter efeitos colaterais diferentes.

    Vantagem: pode ajudar a curar a doença eliminando células do câncer na “corrente sanguínea” que os exames não conseguem detectar (micrometástases).

    Desvantagem: necessidade de idas frequentes ao serviço de saúde (ex. semanais, quinzenais). Efeitos colaterais durante a fase de aplicações e após o término do tratamento podem ocorrer. HiperLink para texto específico sobre EAs/ qualidade de vida e quimioterapia.

    Dica: pergunte ao seu médico qual tipo ele indicará ou indicou para seu caso e quais são os possíveis efeitos colaterais e cuidados que você deve seguir.

    Drogas alvo

    São medicamentos inteligentes de última geração. Nos últimos anos surgiram algumas classes medicamentosas que atualmente fazem parte das opções de tratamento de determinados subtipos de câncer de pulmão. No Brasil, os inibidores da tirosina quinase de EGFR e os inibidores do gene ALK estão aprovados pela ANVISA.

    Imunoterapia

    A imunoterapia tem revolucionado o tratamento de diversos tipos de câncer, inclusive o câncer de pulmão. O conceito da imuno-oncologia é fácil de entender – usamos o nosso sistema imunológico para combater a doença.

    Links úteis:

    1. Instituto Oncoguia;
    2. Instituto Nacional do Câncer;

    Referências

    1. Groome PA, Bolejack V, Crowley JJ, Kennedy C, Krasnik M, Sobin LH, et al. The IASLC Lung Cancer Staging Project: validation of the proposals for revision of the T, N, and M descriptors and consequent stage groupings in the forthcoming (seventh) edition of the TNM classification of malignant tumours. Journal of thoracic oncology : official publication of the International Association for the Study of Lung Cancer. 2007;2(8):694-705.


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